Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

OS DEUSES DO OLIMPO

 

 

Com a cristianização do mundo grego, os seus deuses idealizados, por trazerem características por demais humanas (ódio, cólera, amor, alegria...), deixaram de ser venerados como divindades e tornaram-se mitos. A palavra mitologia (do grego mythos, significando fábula, e logos, tratado), designa o conjunto de fábulas e lendas que determinado povo imaginou e o estudo dos mesmos. Enquanto religião, os deuses gregos conciliavam o homem com a natureza, explicando princípios básicos da vida, como nascer, viver e morrer, sem criar vínculos do homem à divindade, sem codificações da deidade em um Livro Sagrado. Os deuses gregos isentam aquele povo dos conceitos do que é sacro e do que é pecado. Os deuses espelham os homens, com todas as suas qualidades e defeitos, tendo apenas na imortalidade a superioridade a eles.

As Gerações do Poder dos Deuses

No princípio, do misterioso Caos emanaram todas as formas materiais da vida. Dele emergiu Gaia, a mãe Terra, que sozinha gerou Urano (Céu). Gaia une-se a Urano, que a fecunda constantemente, e deles nascem os Titãs, os Ciclopes, monstros de um só olho, e os Hecatônquiros, gigantes de cem braços e cinqüenta cabeças. Urano reina ao lado dos doze filhos titãs, mas não suporta ver a face horrenda dos outros filhos, os ciclopes e os hecatônquiros, aprisionando-s no interior da Terra. Presos sem ver à luz, os filhos de Gaia e de Urano são responsáveis pela força indomável da natureza, causadores das desordens e cataclismos, como os vulcões, os terremotos, as tempestades e os furacões. A primeira geração de deuses governada por Urano e por sua mulher Gaia, personifica a força material da natureza, a sua desordem genetriz.
Desde que se unira a Urano, o ventre de Gaia não parou de gerar um único dia. Cronos (Saturno), o deus do tempo, um dos titãs, revolta-se contra o pai, por este fecundar incessantemente à mãe, trazendo-lhe sofrimentos com uma prole indomável e por ver os filhos prisioneiros. Para que Gaia não continue gerando infinitamente, Cronos corta, com uma foice afiada pela própria mãe, os testículos do pai. Sendo a foice o símbolo da morte para os gregos, quem morre não é Urano, visto que é imortal, mas o seu reinado.
Cronos, ao lado da titânia Réia (Cibele), sua esposa e irmã, estabelece o segundo reinado dos deuses sobre a Terra e os homens. Já não é o reinado da desordem criadora, e sim da era pré-consciente da humanidade. Cronos, o tempo, está cego, perdido na evolução da vida e da ordem natural. A vida não explica a si mesma, apenas fervilha.
Com Réia, Cronos gera três filhas, Héstia (Vesta), Deméter (Ceres) e Hera (Juno), e três filhos, Hades (Plutão), Poseidon (Netuno) e Zeus (Júpiter). Alertado pela profecia de um oráculo, que um dos filhos o iria destronar, Cronos devora cada um deles tão logo nascem. Réia salva Zeus de ser devorado, quando este nasce, entrega ao marido uma pedra enrolada em várias tiras de pano, para que ele o devore a pensar tratar-se do filho.
Salvo de ser devorado, Zeus seria criado pelas Ninfas em Creta, longe do pai. Crescido, Zeus destrona o pai, obriga-o a ingerir uma porção que o faz vomitar todos os filhos devorados, que cresceram dentro dele. Ao lado dos irmãos, Zeus trava uma luta de dez anos pelo poder, vencendo os Titãs e os Gigantes. Torna-se o senhor de todos os deuses, dividindo com os irmãos o domínio do mundo: a Zeus coube o reino do céu e da terra, a Poseidon o mar, e a Hades, as profundezas terrestres, chamadas de Érebo ou Infernos.
O terceiro e definitivo reinado dos deuses é feita por Zeus, casado com a sua irmã Hera. Zeus ordena o universo definitivamente, estabelecendo o princípio divino da espiritualidade, é afirmação da ordem sobre a desordem. No reinado de Zeus surgirá a geração dos deuses Olímpicos.
Zeus reina de cima do Monte Olimpo, o ponto mais alto de toda a Grécia. Outros deuses reinarão ao seu lado, formando os doze deuses do Olimpo, seis deusas e seis deuses. Há três listas diferentes referentes aos doze deuses do Olimpo:
1 – Zeus, Poseidon, Apolo, Ares (Marte), Hermes (Mercúrio), Hefestos (Vulcano), Hera, Héstia, Deméter, Afrodite (Vênus), Atena (Minerva) e Ártemis (Diana).
Nesta primeira lista Dioniso (Baco), o deus do vinho, não é considerado como um dos doze deuses do Olimpo.
2 – Zeus, Poseidon, Apolo, Ares, Hermes, Hefestos, Dioniso, Hera, Deméter, Afrodite, Atena e Ártemis.
Nesta lista, segue a versão de que, ao chegar ao Olimpo, Dioniso expulsou Héstia, a deusa do lar, de seu posto junto a Zeus, ocupando este lugar privilegiado, firmando-se para sempre como divindade. Aqui há um desequilíbrio em relação ao sexo dos deuses, há 7 deuses e 5 deusas, o que faz da lista a menos reconhecida.
3 – Zeus, Apolo, Ares, Hermes, Hefestos, Dioniso, Hera, Héstia, Deméter, Afrodite, Atena e Ártemis.
Nesta lista, Poseidon, senhor dos mares, governa de um castelo nas profundezas dos oceanos, não participando do reinado do irmão no Olimpo, apesar de integrar das decisões do conselho Olímpico.
Hades, senhor dos mortos, participa do conselho Olímpico, mas reina sozinho na escuridão do mundo, sobre os mortos, por isto não consta em nenhuma das listas.

Zeus, o Pai dos Deuses

Zeus, o Júpiter da mitologia romana, é o mais jovem dos crônidas (filhos de Cronos). Salvo por Réia de ser devorado por Cronos, cresce em Creta, aos cuidados das Ninfas e do Curetes, jovens sacerdotes da mãe. Zeus destrona o pai Cronos, obriga-o a ingerir uma porção que o faz vomitar os filhos devorados. Divide o domínio do mundo com os irmãos, cabendo-lhe o céu e a terra.
Como rei absoluto, Zeus comanda o Olimpo e os homens. É considerado o pai dos deuses, dos semideuses, dos heróis e dos homens. Para manter a prole e a paternidade que lhe garantem o poder sobre os deuses, o senhor do Olimpo une-se a um grande número de deusas e de mulheres mortais, desafiando os ciúmes da sua mulher Hera. Todas as grandes cidades da Grécia antiga tinham como patrono um filho de Zeus. O deus tem como arma os raios e os trovões, estabelece a disciplina entre os deuses e os homens, protegendo-os e assegurando-lhes a ordem.

Hera, a Ciumenta Esposa de Zeus

Hera, a Juno da mitologia romana, filha de Cronos e Réia, reina no Olimpo, ao lado do marido Zeus. Temida por seu caráter essencialmente vingativo e ciumento, Hera persegue todas as amantes e filhos do marido. A deusa é a imagem do caráter humano movido pelo ciúme, sendo a mais realista e humana dos mitos gregos. Hera é a personificação do elemento fundamental da família. Seu ciúme reflete o momento pelo qual a cultura grega passava, abandonando de vez a poligamia e adotando a monogamia na família. A deusa era cultuada principalmente pelas mulheres, representava a fidelidade e as boas relações entre os casais. Era a deusa do amor conjugal. Nas artes era representada como uma jovem mulher bela e um pouco severa. Seus poderes sobre o Olimpo e os demais deuses, são iguais aos do marido.

Deméter, a Deusa da Agricultura

Deméter, a Ceres da mitologia romana, uma das filhas de Cronos e Réia, ao nascer, foi devorada pelo pai, mais tarde é salva pelo irmão Zeus. É uma deusa de caráter agrário, responsável pela fertilidade da terra, das colheitas e da civilização. Representa a mulher da civilização helênica, que nos tempos mais remotos da sua história, tinha como costume a dedicação dos homens à caça, à pesca e às armas, enquanto as mulheres cuidavam da casa e do campo. Deméter ajuda os mortais a plantar os grãos e a cultivar a terra. Quando sua filha Core (Prosérpina) é raptada por Hades, o senhor dos infernos, e levada para o seu reino nas trevas, Deméter abandona o mundo à fome. Para que a humanidade não pereça com as trevas nos campos, Zeus interfere, fazendo um acordo entre a deusa da agricultura e o senhor dos mortos: Core ficaria seis meses ao lado de Hades, no mundo das trevas, e seis meses na terra, ao lado da mãe. Assim, quando Core retorna do Érebo, surge a primavera, Deméter volta aos campos e garante uma boa colheita no verão, quando Core retorna para junto do marido, Deméter deixa os campos para chorar a filha, surgindo o outono e o inverno das lágrimas da deusa.

Héstia, a Fria Deusa da Castidade

Héstia, a Vesta da mitologia romana, a primeira filha de Cronos e Réia, foi devorada pelo pai quando nasceu. Bela e fria, Héstia foi cortejada e amada pelos deuses Apolo e Poseidon, mas não sentiu amor ou paixão por nenhum deles, recusando-os e fazendo voto de castidade. Recebeu de Zeus a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer imóvel no seu palácio, cercada pelo respeito dos deuses e dos mortais. É a divindade do fogo que aquece os lares (héstia em grego significa o fogo da lareira), das virgens (as vestais da Roma antiga) e protetora da família, dos lares. Todas as cidades antigas possuíam o fogo de Héstia, mantido aceso nos palácios em que se reuniam os representantes das tribos. Héstia era representada como uma mulher jovem, com um véu sobre a cabeça e os ombros. Uma das lendas diz que Héstia, destronada por Dioniso, deixou de ser uma das doze divindades do Olimpo.

Poseidon, Senhor dos Mares

Poseidon, o Netuno da mitologia romana, filho de Cronos e Réia, é o deus dos oceanos, dos terremotos e dos maremotos. Grande parte do território grego é constituído por ilhas no Mar Egeu, daí a grande importância do culto a Poseidon pelos helenos. O senhor dos mares habita, segundo a tradição do mito, um palácio nas profundezas do Egeu. Percorre os mares numa carruagem atrelada a velozes cavalos de cascos de bronze e crinas de ouro, trazendo o tridente nas mãos, sendo acompanhado por uma comitiva de Sereias, Nereidas, Ninfas, Centauros marinhos e delfins. É o deus pai de Teseu, o mais célebre dos heróis de Atenas. Também é pai de monstros como a Medusa. É um deus impetuoso, venerado pelos pescadores, navegantes e mercadores dos mares. Apesar da sua grande influência sobre o Olimpo, às vezes não é identificado como um dos doze deuses Olímpicos, tendo o seu reinado sobre as águas dos mares.

Afrodite, a Deusa do Amor

Afrodite, a Vênus da mitologia romana, nasceu da espuma do mar. Quando Cronos cortou os testículos de Urano, atirando-os ao mar, formou-se uma enorme espuma dos órgãos arrancados, da qual surgiu Afrodite, a mais bela de todas as deusas. Afrodite é a deusa do amor, a maior força que conduz o homem. Esta força pode ser a do sentimento mais profundo, como a do desejo sexual insaciável e destrutivo, o amor pode engrandecer o homem, como levá-lo à loucura. É a deusa da força primaveril, que traz o esplendor anual das plantas e a renovação da vida pelo amor, sempre em paralelo com a vida humana e a vegetal, pois a agricultura conduz a força da civilização helênica. Sem a primavera não há a fertilidade, não há a renovação da vida, não há o futuro. Foi obrigada por Zeus a casar-se com Hefestos, o deus feio e coxo dos vulcões. Afrodite trai sem culpa o marido com os mais belos deuses: Ares, Hermes e Dioniso, ou com os mortais Adônis e Anquises.

Ares, o Cruel Deus da Guerra

Ares, o Marte da mitologia romana, filho de Zeus e Hera, é o deus da guerra, inseparável companheiro do Terror e da Discórdia, é a face destrutiva da guerra, representa a crueldade das batalhas, o sangue derramado, a discórdia sem lados, sem vencedores, apenas o ódio cego das batalhas. Os gregos relutavam em cultuar Ares, que não oferecia a sua proteção à cidade alguma, apenas dominava o ódio. O deus jamais foi aceito inteiramente pela sociedade grega, que não admitia a violência e a brutalidade. A origem ao seu culto provinha dos trácios, povo belicoso, considerado desprezível pelos helenos. Ares é o pai dos deuses que personificavam a discórdia: Fobos, Deimos e Éris. Da sua união com Afrodite nasceram Cupido e Harmonia.

Atena, a Deusa da Sabedoria

Atena, a Minerva da mitologia romana, nasceu da cabeça de Zeus. O senhor do Olimpo uniu-se a Métis e fecundou-a, mas o oráculo previu que o próximo filho desta união destronaria Zeus, assim como ele fizera a Cronos. Para evitar que a profecia viesse a se concretizar, engoliu Métis. Tempos depois, despontou da sua cabeça a bela Atena, deusa da guerra estratégica, da luta racional e justa. Ao contrário de Ares, que provocava o horror da guerra, Atena protegia o guerreiro. Protetora e sábia, era ela que conduzia os gregos na defesa dos nobres ideais, na difusão da cultura e na instauração da paz. Atena manteve-se virgem, jamais amou homem algum ou teve filhos. Era a deusa mais cultuada pelos gregos, principalmente na Acrópole, em Atenas, cidade que leva o seu nome.

Hefestos, o Artesão dos Deuses

Hefestos, o Vulcano da mitologia romana, filho de Zeus e Hera, nasceu coxo, envergonhando a mãe diante dos deuses do Olimpo. Para não apresentar o filho imperfeito aos deuses, a esposa de Zeus atirou-o do Olimpo ao mar. Hefestos teria sido salvo pela nereida Tétis e sua amiga Eurínome, que criaram o feio deus como um filho. Hefestos tornou-se um habilidoso artesão dos metais, senhor do fogo e da forja. Deus do fogo e dos vulcões, é a imagem divina do artesão perfeito. Quando adulto, presenteou a mãe Hera com um trono de ouro, ao sentar-se sobre o presente, a deusa ficou aprisionada. Era a vingança à mãe que o rejeitara. Só aceitou libertar Hera daquela prisão, quando Zeus deu-lhe como esposa a mais bela das deusas, Afrodite. Hefestos tinha a sua oficina na ilha de Lemnos, onde era auxiliado por divindades menores ligadas ao fogo e à metalurgia. O mito de Hefestos representava a preocupação dos gregos com a genética. Era uma forma de alertar para os perigos dos filhos deformados nascidos da união entre irmãos, como eram Hera e Zeus.

Hermes, o Mensageiro dos Deuses

Hermes, o Mercúrio da mitologia romana, filho de Zeus e Maia, é o esperto deus dos viajantes, dos mercadores e dos ladrões. Corredor infatigável, o deus viaja por todas as partes entre a Terra e o Olimpo, como mensageiro dos deuses. Por esta desenvoltura, era representado pelos gregos como viril, modelo de juventude e ideal de juventude, sua veneração era feita nos estádios e ginásios. Era tido como o deus que inventara o pugilato e as carreiras atléticas, sendo o patrono dos desportistas. Foi o deus que inventou a lira, sendo cultuado pelos poetas e cantores. Traz chapéu e sandálias providos de pequenas asas que o ajudam a correr como o vento. Pai de vários filhos, os mais conhecidos da sua prole são: Pã, fruto da sua união com a ninfa Driopéia, e Hermafrodito, ser de dupla natureza, homem e mulher ao mesmo tempo, da sua união com Afrodite.

Apolo, o Deus Solar

Filho de Zeus e Latona, irmão gêmeo da deusa Ártemis, Apolo era o cultuado deus da luz, rompendo a escuridão do mundo, iluminando a obscuridade da ignorância e tecendo o brilho do dom da poesia e das artes. O deus tinha muitas faces, múltiplas funções. Era o condutor dos pastores, multiplicador das colheitas, iluminava o caminho dos navegantes, protegia os médicos e a saúde, inspirava os artistas, e adivinhava o futuro dos homens em seus oráculos. Era visto como deus da perfeição da beleza grega. Apolo era a superioridade do belo sobre o feio, do sublime sobre o vulgar, do ideal de beleza absoluta. É pai de Esculápio, mítica figura de médico. Amou Dafne, ninfa que fizera voto de castidade aos deuses, perseguida pelo deus da luz, implorou a Gaia que lhe ajudasse, sendo transformada em um loureiro sagrado. Trágico também foi o seu amor pelo belo Jacinto, disputado com Zéfiro. Enciumado, Zéfiro fez com que Apolo atingisse mortalmente o amado quando arremessava um disco. Triste, o deus transformou o sangue do amante numa flor que leva o seu nome. Deus da poesia e da beleza, Apolo é sempre seguido pelas nove Musas e pelas três Graças, nos seus passeios pelos vales do Parnaso ou pelos bosques da Arcádia.

Ártemis, a Virginal Deusa da Caça

Ártemis, a Diana da mitologia romana, irmã gêmea de Apolo, filha de Zeus e da titânia Latona. A lenda dizia que Ártemis nascera no sexto mês de gestação e Apolo no sétimo. Era a deusa da Lua e da caça, pediu a Zeus que lhe desse como apanágio a virgindade eterna. Ártemis nunca amou nenhum mortal ou deus, nunca teve filhos, era a imagem da altiva rainha da natureza selvagem. Tem como animal símbolo o cervo. De uma beleza rara, a deusa emana o fulgor e vigor das caçadoras dos bosques, trazendo sempre consigo o arco e as setas. Como deusa da Lua, acreditava-se que exercia influência sobre alguns fenômenos naturais. A sua pureza virginal refletia o contato direto do homem com a natureza, sem destruí-la ou ofendê-la.

Dioniso, o Poderoso Deus do Vinho

Dioniso, o Baco da mitologia romana, filho de Zeus e da mortal Sêmele, uma princesa tebana. Sendo filho de pai divino e mãe mortal, Dioniso não era aceito como deus. A lenda do mito de Dioniso diz que ele descobriu a uva, uma fruta desconhecida, extraindo dela o vinho, bebida de efeitos poderosos. Dioniso utilizou-se dos efeitos do vinho para impor a sua divindade aos homens e aos seres olímpicos. Era o deus do vinho, da alegria, da embriaguez, das festas, da colheita e da fertilidade.O deus era seguido pelas Mênades (as Bacantes dos romanos), jovens mulheres que simulavam delírios dionisíacos, celebrando as orgias com gritos e danças desnorteadas. Com o seu cortejo, Dioniso viajava pela Grécia antiga, propiciando aos devotos alegria e felicidade. Através do vinho, as preocupações deixavam os corações humanos e os medos sucumbiam. A coragem crescia, a vida refulgia em seu esplendor. A embriaguez produzia além do prazer e da esperança, a selvageria e a loucura. O culto a Dioniso está ligado às origens do teatro. Com Afrodite, o deus gerou Príapo, famoso por seu vigor fálico. Uniu-se à Ariadne, com quem viveu para sempre.
 
publicado por virtualia às 21:50
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